“Embora as manifestações político-partidárias sempre tenham sido proibidas para membros da magistratura, o CNJ tem apertado a vigília sobre essa questão. Em 2019, o conselho editou uma resolução específica para tratar desse tema, proibindo o posicionamento político de juízes, ministros e desembargadores, sobretudo nas redes sociais”, escreve o jornal paulistano.
Na última quarta (12), em discurso no Congresso da UNE, o ministro afirmou: “Nós derrotamos a censura, nós derrotamos a tortura, nós derrotamos o bolsonarismo para permitir a democracia e a manifestação livre de todas as pessoas”. Depois da repercussão negativo, Barroso disse que quis se referir ao “extremismo golpista e violento que se manifestou no 8 de janeiro”. #Política
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